Entrevistas Correia Rosa Lda


Entrevistas – conheça melhor a sua equipa de confiança!

Dra Catarina Tacanho – CEO Correia Rosa Lda

Entrevista Dra Catarina Tacanho

Dra Catarina Tacanho

1 – O que a levou a escolher esta profissão?

Andei sempre dividida entre a Química e o Jornalismo/Fotografia… Mas acabou por ganhar a área da Química e Ciências porque o meu avô (Dr. Rosa) tinha uma farmácia (na verdade duas)… Assim na faculdade escolhi o curso de Ciências Farmacêuticas. O meu avô sempre quis muito que eu seguisse farmácia… Chegou a prometer-me um carro se entrasse no curso e a verdade é que entrei e ele deu-me um Fiat PUNTO. No entanto, o jornalismo foi sempre estando presente na minha vida, até hoje.

2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.

A realidade académica é muito distante da realidade profissional. Fui muito ativa na faculdade, estando envolvia em mil e uma atividades (jornal, associação de estudantes, organização de eventos culturais, etc) – assim que quando terminei o curso e fui parar a uma farmácia a queda foi grande… Ainda no estágio (Farmácia Almeida e Cunha, em frente ao mercado do Bolhão, no Porto) – no qual eu e uma colega teimávamos em não querer ir atender ao balcão, toda a equipa da farmácia desapareceu deixando-nos às duas estagiárias com a farmácia cheia para atender… Perdi o medo, e lá fui eu!

Tenho também uma história na farmácia Caldense em que uma senhora levava pomada DERMOFIX (anti fúngico) todas as semanas… e descobri que estava a usar para uma situação (hemorroidal) que não era a indicada… Cedo descobri que há uma grande falta de conhecimento em Saúde e que é preciso trabalhar nesse sentido.

3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?

Neste momento ajudava os americanos a emigrar. Temos uma forte ameaça no mundo e isso assusta-me. Tenho dois filhos e começo a ter medo do futuro.

4 – Se não fosse farmacêutica o que gostaria de ser?

Penso que já respondi a essa questão… Jornalista ou Fotógrafa.

5 – Defina a empresa Correia Rosa numa frase ou palavra?

O melhor que vou conseguindo fazer: saúde e bem-estar para todos.

 

Técnico Farmácia Rosa

José Serrenho – Técnico da Farmácia Rosa

José Manuel – Técnico de Farmácia na Farmácia Rosa

Apesar de se ter reformado no final de Janeiro, não poderíamos deixar de o entrevistar. Vestiu a camisola Correia Rosa durante 50 anos e certamente fará sempre parte da “mobília”.
 
1 – O que o levou a escolher esta profissão?
Com a idade com que comecei a trabalhar (doze anos) o que eu queria era um emprego que me desse estabilidade e um potencial futuro com progresso na carreira. Foi a profissão que me escolheu a mim, e ainda bem.
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Tantas! Há muitas histórias quer com colegas quer com clientes com quem tínhamos uma relação muito próxima. De repente lembro-me de uma:
Como algumas pessoas ainda se lembram, havia na cidade uma figura típica que era o Henrique, conhecido como “Henrique da galinha”… era um homem com algumas limitações. Ele vinha muitas vezes à Farmácia, buscar álcool, tintura etc. Um dia o Henrique veio pedir um bocado de álcool para pormos no seu frasco, eu gostava de brincar com ele, e ele acreditava em mim. Nesse dia escondi-lhe o frasco, quando ele foi para o ir buscar, o frasco não estava lá. Claro que ele não desconfiava de mim, só podia ser o “garoto“ que estava na farmácia há pouco tempo, esse garoto chama-se Zé Loureiro! O Zé disse que não tinha sido ele, mas o Henrique não acreditou e o Zé ficou muito aflito porque estava há pouco tempo na farmácia e achava que poderia ser despedido por essa brincadeira. Entretanto voltei a por o frasco no mesmo local mas o Henrique nunca acreditou que tivesse sido eu.
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
Ajudaria a por algum juízo na cabeça do presidente dos E.U.A.
4 – Se não fosse Técnico de Farmácia o que gostaria de ser?
Viajante do mundo, com uma máquina fotográfica.
5 – Defina a Farmácia Rosa numa frase ou palavra.
Profissionalismo, competência e disponibilidade para ajudar e colaborar com a população.

 

Liliana Lopes – Ortoprotésica na Articular Ortopedia e Bem-estar

Dra Liliana Lopes - Ortoprotésica na Articular

Dra Liliana Lopes – Ortoprotésica na Articular

1 – O que a levou a escolher esta profissão?

O gosto pela área das tecnologias da saúde, primeiramente. Depois de alguma investigação, vi que a ortoprotesia era uma área bastante gratificante, versátil e evolutiva, o que me entusiasmou a seguir o caminho da licenciatura.

2 – Conte-nos uma história marcante que lhe tenha acontecido.

Ainda no estágio curricular, eu estava a acompanhar uma criança de 11 anos que tinha ficado sem a perna direita devido a um acidente. O A. tinha uma desarticulação da anca, ou seja, a inexistência da perna desde a anca. Nas férias de Natal eu fui a uma consulta com ele e num abraço sentido ele disse-me que a melhor prenda que poderia receber naquele Natal (foi no ano de 2011) era a mãe Natal Liliana que lhe ia dar: era poder olhar para baixo e voltar a ver duas sapatilhas calçadas.

3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?

Não necessariamente por esta ordem, mas se eu pudesse ajudar alguém no mundo seria: pessoas com doenças degenerativas neuromusculares que se veem obrigadas a travar de forma absolutamente consciente uma luta desigual contra a morte do seu corpo; os cuidadores: pessoas que de forma nobre e dedicada se entregam a cuidar e a proporcionar melhor qualidade de vida a outros em situação mais fragilizadas e que são sujeitos a uma brutalidade psicológica e física que não lhes é reconhecida; e por fim, as crianças desfavorecidas e aqui somos quase todos unânimes, porque é difícil que a fragilidade de um ser menor não nos toque.

4 – Se não fosse ortoprotésica o que gostaria de ser?

Gostava de ter a oportunidade de ser voluntária em África. Já o fui durante um curto período da minha vida e é sem dúvida onde melhor me encaixo!

5 – Defina a Articular numa frase ou palavra?

Articular define-se pela tentativa de proporcionar Bem-Estar e resposta a qualquer necessidade de quem nos procura.

 

José Loureiro – Técnico de Farmácia na Farmácia Rosa

José Loureiro - Técnico de Farmácia na Farmácia Rosa

José Loureiro – Técnico de Farmácia na Farmácia Rosa

1 – O que a levou a escolher esta profissão?

Foi o meu primeiro emprego, gostei e fiquei!

2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.

Entre muitas brincadeiras e histórias aqui vai uma: um dia pedi a um novo colega para ir encher os pneus de uma cadeira de rodas. Ele levou a cadeira a uma oficina e quando foram para encher viram que era de borracha maciça! Conclusão: risada geral!

3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?

Crianças. São as que mais sofrem por culpa dos adultos.

4 – Se não fosse técnico de farmácia o que gostaria de ser?

Qualquer área ligada à Saúde.

5 – Defina a Farmácia Rosa numa frase ou palavra?

É uma PME com muita qualidade e com muita perspectiva de futuro.

 

Directora Técnica Farmácia Caldense

Dra Sílvia Mendonça – Directora Técnica Farmácia Caldense

Dra Sílvia Mendonça – Directora Técnica da Farmácia Caldense

1 – O que a levou a escolher esta profissão?

Sempre gostei de Ciências da Natureza, Biologia e Química. Eu sabia que queria fazer alguma coisa na área da Saúde, queria ajudar os outros. Como a minha irmã é Farmacêutica, quando ela e os colegas dela da Faculdade falavam da função de Farmacêutico de Oficina eu identificava-me com a profissão, e por isso escolhi Ciências Farmacêuticas.

2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.

Assim de momento, lembro-me de uma vez atender uma senhora que pediu ampolas para a queda de cabelo, para continuar o tratamento que já havia iniciado. Ao conversar com ela percebi que em vez de aplicar o produto no cabelo, como estava indicado, a senhora bebia o produto. Isto mostra claramente o quão importante é o aconselhamento farmacêutico.

3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?

Existem tantas pessoas que eu gostaria de ajudar, por diversas razões! Por exemplo, gostava de poder ajudar a encontrar cura para doenças incuráveis e assim melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas.

4 – Se não fosse Farmacêutica o que gostaria de ser?

Se não fosse farmacêutica muito provavelmente seria Bióloga, porque é uma área que também gosto muito.

5 – Defina a Farmácia Caldense numa frase ou palavra?

Competência e profissionalismo aliados à dedicação prestada a todos que nos procuram.

 

 

Maria José

Maria José – TAF da Farmácia Rosa

Maria José Tavares – Técnica Auxiliar de Farmácia na Farmácia Rosa

1 – O que a levou a escolher esta profissão?
Desde pequena sempre gostei da área da saúde. Achava muita piada aos comprimidos e xaropes, queria saber para que eram e queria tomar tudo! Lembro-me de tossir e pedir à minha mãe para me dar um remédio. Assim acabei por seguir para esta profissão.
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Uma vez a conversar com um senhor fiquei a saber que ele colocava as aspirinas C no fogão até ferver e depois tomava, porque dizia ‘efervescente’! Houve também um senhor que foi reclamar à farmácia porque o copo do xarope Bisolvon estava roto e ele ao encher o copo não conseguia beber o xarope antes de sair pelos buracos. Acontece que o senhor estava a encher a parte que encaixa na tampa e não a destinada a medir o xarope!
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
As crianças desfavorecidas. Desde que fui mãe fiquei muito mais sensível ao facto de muitas crianças não terem o que comer, nem terem as condições mínimas de vida.
4 – Se não fosse Técnica Auxiliar de Farmácia o que gostaria de ser?
Hospedeira de bordo porque adoro viajar!
5 – Defina a Farmácia Rosa numa frase ou palavra?
Saúde e bem-estar, a olhar por si.

 

 

Rui Nogueira

Rui Nogueira – TAF da Farmácia Rosa

Rui Nogueira – Técnica Auxiliar de Farmácia na Farmácia Rosa e Caldense

Conheça agora o Rui Nogueira, um membro desta equipa conhecido pela sua versatilidade no desempenho de várias tarefas!
1 – O que o levou a escolher esta profissão?
Embora não estivesse no topo das minhas preferências enquanto lutava na adolescência para perceber o que deveria escolher para meu o futuro ( lembro-me de passar das letras às ciências num curto espaço de tempo) sempre tive desde criança um fascínio por perceber algo mais sobre medicamentos – recordo-me perfeitamente de ler todos os folhetos informativos dos medicamentos que iam aparecendo lá por casa. Isto aliado a gostar de ajudar e aproveitando uma oportunidade que me surgiu em 2004, fez-me estar nesta profissão com todo o gosto e empenho de prestar diariamente um bom serviço na área a saúde a todos os que o procuram!
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Há muitas e algumas já ultrapassam a fronteira do engraçado para outro âmbito embora no final acabem por nos fazer rir. Mas numa situação relativamente recente uma cliente exigiu me a dispensa dum medicamento que estava esgotado a nível nacional. Enfurecida por não lhe satisfazer o pedido, perguntou-me se eu tinha noção que ela não podia viver sem o medicamento que era uma vergonha , etc. Respondi-lhe que sim mas que nada podia fazer sem ser indicar-lhe que procurasse alguma farmácia que ainda tivesse o referido medicamento em stock ou não encontrando, ir ao médico para ele encontrar uma alternativa. Saiu daqui a dizer mal da farmácia e do mundo. Algumas horas depois ( talvez seguir o conselho que lhe dei ) voltou pedindo imensas desculpas com uma caixinha de figos frescos (que até nem aprecio ).
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
A primeira pessoa que estivesse ao meu lado a necessitar da minha ajuda. Porque a necessidade de ajuda é na minha opinião uma situação que deve ter resposta imediata. Não importa quem nem quando. Não consigo reduzir a minha potencial ajuda a alguém em particular.
4 – Se não fosse TAF o que gostaria de ser?
Talvez meteorologista. Adoro a natureza, a sua atmosfera e a forma como os fenómenos meteorológicos se repercutem no nosso planeta ! Se não… Também gostava de ser um gestor financeiro . Mas da minha própria fortuna !
5 – Defina a Farmácia Rosa/Caldense numa frase ou palavra?
Saúde e Inovação com o cliente em Mente.
Marta Matias - Técnica de Farmácia da Farmácia Santa Catarina

Marta Matias – Técnica de Farmácia da Farmácia Santa Catarina

Marta Matias – Técnica de Farmácia

Conheça melhor a Marta Matias, Técnica de Farmácia que habitualmente pode encontrar na Farmácia Santa Catarina!
Marta Matias
1 – O que a levou a escolher esta profissão?
Desde cedo percebi que queria ajudar e estar perto das pessoas, e a área da saúde sempre me motivou. Psicologia sempre foi a preferência, até que no início do ensino secundário tive um episódio que mudou totalmente a minha ideia, e acabei por ingressar na licenciatura em Farmácia como primeira opção. Felizmente não estou nada arrependida!
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Ainda em estágio curricular, estava a observar um atendimento da colega Ana Benedito, e uma senhora queixou-se que o marido estava a ter muita dificuldade em engolir os comprimidos para a tosse pois eram muito grandes. Percebemos que o senhor estava a engolir comprimidos efervescentes, ou seja, que têm de ser dissolvidos em água. Com esta história percebi que não devemos partir do princípio de que as pessoas sabem o que significam certos termos, e que devemos explicar muito bem como tudo funciona! Como a Dra. Catarina Tacanho disse “ há uma grande falta de conhecimento em Saúde e é preciso trabalhar nesse sentido”.
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E porquê?
Acho que não podemos querer ajudar quem está longe sem começar por ajudar quem está perto de nós. Todos os dias tento fazê-lo com a minha família, amigos e vizinhos, e principalmente com os meus clientes. “Com pouco se faz muito” e por vezes basta um sorriso, a palavra certa naquele momento, disponibilizarmo-nos para fazer alguma coisa por alguém. Acima de tudo praticar a bondade!
4 – Se não fosse Técnica de Farmácia o que gostaria de ser?
Talvez professora! Quem me conhece sabe o quanto gosto de explicar as coisas muito bem, o quanto gosto de ver uma letra bonita e acima de tudo NÃO ver erros ortográficos! Tudo isto graças à minha escola primária, que para mim foi a mais importante a todos os níveis!
5 – Defina a Farmácia Rosa/Caldense/ Santa Catarina/Articular numa frase ou palavra?
“É muito bom trabalhar aqui!”
Zita Santos

Zita Santos – administrativa Correia Rosa

Entrevista – Zita Santos

Conheça melhor uma das administrativas do grupo Correia Rosa, Zita Santos.
1 – O que a levou a escolher esta profissão?
Foi precisamente ao contrário, foi a profissão que me escolheu. Em 2001 vim fazer uma substituição de uma baixa para o lugar de “Caixa” na farmácia. Como havia muito trabalho no escritório da farmácia, nas horas com menos movimento no trabalho de caixa fui ajudando na parte administrativa. Facilitou-me o facto de já ter trabalhado num escritório de contabilidade anteriormente e entusiasmei-me com a diversidade de situações. Gostaram do meu trabalho e fui então contratada para o serviço administrativo e aqui estou eu!
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Aconteceu uns meses depois de ter começado a trabalhar: faltaram 200€ na caixa no final do dia. Eu não conseguia acreditar no que estava a acontecer, passei dias sem dormir, nervosa e envergonhada por sentir o peso de ser a novata a quem tinha desaparecido tanto dinheiro. O tempo passou…e incrivelmente, no dia do meu aniversário a “caixa” avariou. Quando um colega desmontou a caixa para a arranjar foram encontradas 4 notas de 50€ lá dentro. Garantidamente que o reconhecimento/demonstração da minha honestidade foi o melhor presente de aniversário que poderia ter recebido.
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
Se puder ajudo qualquer pessoa em qualquer circunstância, simplesmente porque faz parte da minha essência. Porquê?! Não é preciso motivo para fazer o bem.
4 – Se não fosse Administrativa o que gostaria de ser?
Provavelmente seria polícia ou estaria no exército. Embora não me identifique com alguns padrões, gosto da disciplina e das fardas mas não suporto o preconceito ou o desrespeito. Se fosse polícia ainda haveria mais multas!
5 – Defina a Farmácia Rosa/Caldense/ Santa Catarina/Articular numa frase ou palavra?
A saúde ao seu alcance independentemente da distância.
Dr Paulo Coutinho

Dr Paulo Coutinho – director técnico da farmácia Santa Catarina

Entrevista – Paulo Coutinho

Conheça o Dr Paulo Coutinho, director técnico da Farmácia Santa Catarina, o nosso “farmacêutico de família”.
1 – O que o levou a escolher esta profissão?
O meu caminho sempre foi ligado às ciências: Biologia, Química, Física, Matemática. Por isso escolhi a Faculdade de Farmácia e o curso de Ciências Farmacêuticas por ser tão amplo e eclético.
Mas só descobri o que é ser farmacêutico comunitário no meu estágio. Devo-o à dra Lídia Gonçalves da Farmácia Loureiro em Antanhol, Coimbra. A dra Lídia conseguiu mostrar-me o que é a farmácia comunitária. Depois de experienciar o estágio naquela farmácia fiquei com o bichinho dentro de mim, e a verdade é que hoje ainda gosto do que faço, e sou farmacêutico de oficina por convicção.
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
O sigilo profissional impede-me de as contar! (risos)
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
Às vezes são as pessoas mais próximas de nós as que mais precisam da nossa ajuda. Basta abrir os olhos. A verdadeira caridade não se traduz no que se dá, mas sim perceber o que os outros mais necessitam.
4 – Se não fosse farmacêutico o que gostaria de ser?
Físico Nuclear no CERN, ou então roaddie/técnico duma banda internacional como os Radiohead.
5 – Defina a Farmácia Rosa/Caldense/ Santa Catarina/Articular numa frase ou palavra?
Se não somos, tentamos ser os melhores!
Mónica Rodrigues

Mónica Rodrigues – Conselheira de Dermocosmética

Entrevista – Mónica Rodrigues

Conheça melhor a conselheira de dermocosmética do grupo Correia Rosa, Mónica Rodrigues.
1 – O que a levou a escolher esta profissão?
O gosto que sempre tive pela área de Dermocosmética aliado à saúde e bem-estar. Sinto-me realizada ao ajudar o utente a sentir-se melhor consigo próprio e consequentemente com o outro também.
2 – Conte-nos uma história engraçada que lhe tenha acontecido na farmácia.
Existem muitas histórias engraçadas no nosso dia-a-dia e é difícil escolher uma. Mas é sempre caricato quando, por vezes, fico a falar sozinha durante os mini-faciais e massagens de corpo, pois as clientes sentem-se tão relaxadas que adormecem a meio!
3 – Se pudesse ajudar qualquer pessoa no Mundo quem seria? E por quê?
Torna-se muito difícil escolher uma só pessoa. Mas seria direta ou indiretamente uma ajuda que de alguma forma chegasse a crianças. Pois para mim são os seres mais impotentes e que precisam de nós adultos para poderem viver com dignidade.
4 – Se não fosse Auxiliar de Farmácia/Conselheira de Dermocosmética o que gostaria de ser?
Psicóloga ou Advogada.
5 – Defina o grupo Correia Rosa numa frase ou palavra?
Uma Equipa que se distingue pelo seu profissionalismo, dedicação e inovação!